O frete barato pode ser o mais caro.
A Diwalli revela o prejuízo logístico que nenhuma tabela mostra — o impacto real do frete na sua margem, por pedido, região e transportadora.
Comparar tabela de frete é fácil. Ver o frete na margem, não.
A pergunta que importa não é "qual transportadora é mais barata". É "quanto cada entrega tira do meu lucro depois de tudo". A Diwalli responde isso cruzando o custo logístico real com a margem de cada pedido.
O frete que você subsidia sai do seu lucro, não do da transportadora.
Quando o frete cobrado não cobre o frete pago, a diferença é margem que evaporou. E isso quase nunca aparece — fica diluído no agregado. Na Kambai, o Pulse já mostra o frete líquido negativo nos estados de maior volume.
| UF | Pedidos | Frete líquido | Margem |
|---|---|---|---|
| MG Minas Gerais | 88 | −R$ 306 | 20,9% |
| ES Espírito Santo | 16 | −R$ 95 | 24,2% |
| BA Bahia | 14 | −R$ 94 | 23,3% |
O frete subsidiado é um custo invisível até alguém medir. Minas Gerais: 88 pedidos, e mesmo assim o frete líquido no vermelho.
O frete entra direto no lucro real.
O Freight cruza com o mapa geográfico do Pulse — a mesma região que aparece com margem baixa é onde o frete pesa primeiro. O custo logístico não fica numa planilha à parte: ele entra no cálculo do lucro real, onde você de fato decide.
Para onde o Freight está indo.
O sinal do frete já aparece dentro do Pulse, por região.
O módulo dedicado: impacto por transportadora, por faixa de CEP, por tipo de produto — e o alerta de quando uma rota deixou de valer a pena. Construído com a regra de sempre: só vira número quando a Diwalli puder mostrar com confiança.
Em evolução. A prova já começou no Pulse.
Descubra quanto o frete custa de verdade.
O frete barato que destrói margem é o tipo de prejuízo que só aparece quando alguém cruza os números certos. A Diwalli cruza.
Diagnóstico de lucro